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EMPREGO DO WHATSAPP PARA VIRALIZAÇÃO DE CONTEÚDO VOLTADO A GESTANTES: O CASO DO PROJETO SÃFILIS NÃO
Arthur Barbalho Braz

Última alteração: 2019-05-10

Resumo


As novas tecnologias viabilizaram novas sociabilidades e a saúde pública pode se beneficiar e dinamizar processos que envolvem profissionais e pacientes se souber valer-se de processos instaurados pelos aplicativos. Ferramentas de compartilhamento instantâneo de mensagens como o WhatsApp reaproximam as pessoas, fortalecem boas práticas e podem tornar-se instrumento para enfrentamento de questões de interesse público na saúde. O Brasil vive uma epidemia de Sífilis. E dado este cenário foi elaborado o  Projeto de resposta Rápida à Sífilis nas Redes de Atenção ”“ Sífilis Não, uma ação interfederativa coordenada pelo Ministério da Saúde em parceria com Universidade Federal do Rio Grande do Norte através do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS/UFRN), que tem como foco o combate e a prevenção da doença em questão, através de soluções em educação e comunicação em saúde. Esta investigação converge com o projeto da UFRN posto que investiga, através do WhatsApp, como conteúdos propalados podem gerar podem aproximar profissionais que atuam no tratamento e combate da sífilis e pacientes gestantes no Sistema Único de Saúde (SUS).

Palavras-chave: WhatsApp; sífilis; comunicação; novas tecnologias; Sistema Único de Saúde.


Palavras-chave


WhatsApp; sífilis; comunicação; novas tecnologias; Sistema Único de Saúde.